Sisbov

O Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) foi criado em 09/01/2002, para caracterizar a origem, o estado sanitário, a produção e a produtividade da pecuária nacional e a segurança dos alimentos provenientes desta exploração econômica.

O SISBOV é um sistema criado e mantido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o objetivo de registrar e monitorar as propriedades rurais que comercializam animais para frigoríficos que exportam carnes a mercados que exigem a rastreabilidade individual.

O SISBOV é, atualmente, a única porta de entrada para a exportação da carne bovina e bubalina para o mercado Europeu.

Apesar de ter sido desenvolvido como uma resposta a esse mercado específico, o SISBOV é utilizado atualmente para garantir a qualidade da carne nacional para todo o mercado mundial,proporcionando o crescimento das exportações nacionais.

É importante ressaltar que o Brasil não é o único país que possui um sistema de rastreamento como o SISBOV. Além dele, países como Argentina, Uruguai, Austrália, Canadá, entre outros, já implementaram ou estão em processo de implementação de sistemas semelhantes.

Para garantir a segurança sanitária exigida, o SISBOV busca registrar por quais propriedades o animal passou em pelo menos seus últimos 90 dias de vida. Esse protocolo possibilita a rápida identificação de possíveis focos de doenças e epidemias, bem como a determinação do destino e retirada de quaisquer produtos que possam estar contaminados e circulando no mercado.

Uma das maiores vantagens da implementação do protocolo SISBOV é a possibilidade dada ao produtor de identificar todos os seus animais e, além disso, de adotar uma cultura de coleta de dados em sua propriedade. Isso proporciona maior segurança e controle a todos os envolvidos no processo produtivo, o que também acaba por agregar maior valor aos produtos.

Para que esse controle seja possível, os animais são identificados individualmente e, para que ocorra a exportação para a União Europeia, a propriedade de origem precisa constar na Lista TRACE, lista oficial na qual são descriminadas todas as propriedades aptas a exportar para a U.E.

O mercado consumidor aumentou seu nível de exigência nos últimos anos com relação a diversos produtos e, mais especificamente, à qualidade da carne. Isso faz com que a rastreabilidade individual seja cada vez mais comum, fortalecendo o mercado da exportação bovina e fazendo com que o SISBOV ganhe destaque e desperte o interesse dos produtores.

As certificadoras credenciadas pelo MAPA para atender ao protocolo SISBOV são entidades (governamentais ou privadas) responsáveis pela caracterização e pelo registro individual de bovinos e bubalinos em todo o território nacional, bem como a inclusão desses rebanhos na Base Nacional de Dados (BND).

O Serviço Brasileiro de Certificações (SBC) trabalha com esse protocolo desde 2002, ou seja, desde que foi criado. A SBC é, atualmente, a maior certificadora do país a trabalhar com o SISBOV.

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